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#day229 – grata estou eu

Em dia de obrigadas, não caibo em mim de gratidão. Não pelo gesto de reconhecimento do meu trabalho, mas mais por me ser mostrado que vale a pena dar ao mundo. Tocar na vida das pessoas e deixar que outras vidas nos toquem também. E quando me perguntam “o que é que ganhas com isso?” Eu respondo “nada”. Soubessem eles a quantidade de amor e bênçãos que recebo e me faz transbordar e querer dar mais.

Amar o mundo não se explica. Vive-se. Troca-se. Experimenta-se. Amar o mundo, é irmos além de nós. Fazermos o que sentimos que temos que fazer e pronto. Confiar que tudo fará sentido lá na frente. Por isso quando me agradecem sinceramente por alguma ação minha, não tenho por onde pegar. “Fiz apenas a minha obrigação”. E isto acontece quando a troca é sincera e se sente genuína gratidão do lado de lá. Acho que é esta partilha genuína de dar e receber que eleva ambas as partes. Pois dar sem receber gratidão do lado de lá, gera esforço. Ou receber sem expressar verdadeira gratidão é capricho.

Assim, só em momentos de pura gratidão podemos nós perceber o quanto recebemos e o quanto damos. Só nesses momentos podemos nós entender o quanto tocamos e fomos tocados. Só nesses momentos percebemos a magia da troca saudável.

Tenho a minha vida dedicada ao mundo. E nunca ninguém entenderá porquê. 💕

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